setembro 3rd, 2010

Mais LATAM

Integração de serviços entre LAN e TAM levará até 3 anos

DA AGÊNCIA BRASIL

O diretor-presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, afirmou hoje (2) que a documentação a ser entregue para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) sobre a fusão entre a TAM e a companhia aérea chilena LAN deve estar pronta dentro de um mês. Ele disse que espera que a aprovação do negócio pelas autoridades brasileiras ocorra entre seis e nove meses.

Após reunião com a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, Bologna afirmou que o processo de integração dos serviços das duas empresas deve ser implementado em um prazo de dois a três anos. Ele se mostrou otimista de que a fusão será aprovada pela Anac, pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

“A TAM sempre foi uma empresa que apresenta tudo dentro da legalidade. Tudo que estamos fazendo e os documentos que estão sendo produzidos estão dentro da legalidade. Portanto, a gente acredita que vai ser aprovado porque estamos propondo algo que é passível de aprovação”.

De acordo com Bologna, o consumidor será beneficiado pela fusão porque haverá mais oferta de voos, mais conectividade entre as malhas e mais destinos. “Facilita ao passageiro uma integração maior de uma origem ao destino na intrarregião sul-americana e daí para fora porque estaremos colocando mais voos”.

Ele lembrou que apesar da fusão, as duas empresas continuarão atuando de forma independente. “Cada empresa se manterá como ela é. Tem a TAM no Brasil e no Paraguai, a LAN na Argentina, no Chile, no Equador. E você tem uma holding que coordena esse grupo de companhias aéreas. A Latam, portanto, não é uma companhia aérea, ela é um grupo de companhias”.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/793263-integracao-de-servicos-entre-lan-e-tam-levara-ate-3-anos.shtml

by Righetto

setembro 3rd, 2010

Começou as tentativas de mudar a lei…

TAM defende projeto que possibilita estrangeiro ter 100% da empresa aérea

SIMONE IGLESIAS
DE BRASÍLIA
DE SÃO PAULO

O diretor-presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, disse nesta quarta-feira ser favorável ao projeto que tramita no Congresso que permite que estrangeiros detenham 100% de uma empresa aérea nacional, desde que exista reciprocidade.

Hoje, estrangeiros só podem deter 20% de uma empresa aérea brasileira. De autoria do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), o projeto aumenta essa participação para 49%. Porém, um parágrafo do mesmo projeto prevê que o Brasil faça acordos bilaterais que permitam, mediante reciprocidade, que a participação estrangeira chegue a 100%.

Depois de sair de reunião com a ministra Erenice Guerra (Casa Civil), Bologna afirmou a TAM é a favor e que a companhia foi chamada em audiência pública para tratar do tema. “Alguns países tratam a reciprocidade como uma maneira ‘você pode abrir aqui e eu posso abrir ali’. Somos a favor da reciprocidade. É como o mercado financeiro, você pode instalar um banco estrangeiro no Brasil desde que haja um objetivo, um fundamento econômico e um decreto presidencial”, disse.

No dia 13 de agosto, a TAM anunciou fusão com a chilena LAN e criou a gigante do setor Latam. A aérea brasileira espera que o processo esteja concluído num prazo de seis a nove meses. A holding deverá se tornar a 11ª no ranking mundial em passageiros, com receita de US$ 8,5 bilhões, cerca de 40 mil funcionários e 243 aeronaves.

No mês passado, Bologna afirmou que, caso o projeto de lei for aprovado, será aumentada a fatia estrangeira na empresa –sendo que 80% do capital votante da empresa será brasileiro, piso determinado pela legislação. O restante será controlado pela holding Latam.

“Caso, no curso de implementação dessa fusão, esse capital seja aumentado, a gente adaptará para a situação vigente na época. Caso isso não aconteça, iremos estruturar a operação mantendo a regra atual”, afirmou na época.

PREÇOS

Bologna disse que a tendência é que haja redução do preço das passagens pelas duas companhias, que permanecerão com seus nomes originais. Uma holding, a Lantam, coordenará o grupo de companhias aéreas. “A Latam não é uma companhia aérea. Mantêm-se as identidades [TAM e LAN]“, disse.

Quanto ao programa de milhagem ainda não há definição, já que a TAM integra a Star Alliance, e a LAN da OneWorld. “Não temos uma resposta de como será o desenho porque os programas de fidelização são de cada companhia. Há o TAM Fidelidade e o LANPASS. Ao longo de dois, três anos de integração, vamos ter claramente o que significará, se ficam programas independentes, e como ficam”, afirmou Bologna.

Questionado sobre o fato de o nome da holding, Latam, dar margem a brincadeiras chamando-a de “latão”, Bologna disse que em espanhol a pronúncia não se assemelha a latão e que a definição do Lantam ocorreu porque prioriza o termo Latino-américa, onde a fusão da TAM e LAN será mais sentida pelos consumidores.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/793043-tam-defende-projeto-que-possibilita-estrangeiro-ter-100-da-empresa-aerea.shtml

by Righetto

setembro 2nd, 2010

Exposição comemora centenário de nascimento de Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça, no RJ

Em comemoração ao Centenário de Nascimento do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça Brasileira,o Comando da Aeronáutica abriu ao público, no dia 27 de agosto, a exposição Nero Moura 100 Anos, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Antônio Carlos Jobim. A mostra itinerante fica no local até o dia 12 de setembro e depois segue para Recife.

Com produção executiva do Museu Aeroespacial e pesquisa do Centro de Documentação da Aeronáutica , a exposição temporária possui painéis iluminados, maquete de P-47 Thunderbolt, vitrines com réplicas, além da exibição de vídeo inédito sobre a trajetória de Nero Moura com destaque para sua participação na Segunda Guerra Mundial.

A solenidade de abertura contou com as presenças do Brigadeiro-do-Ar Márcio Bhering Cardoso, Diretor do Museu Aeroespacial, e do Superintendente do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, André Luis Marques de Barros.

carreira

Nero Moura nasceu na Cidade de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, em 30 de janeiro de 1910. Filho de fazendeiros de arroz, fez o curso primário no próprio município indo depois cursar o Colégio Militar de Porto Alegre.

Em 1927, foi admitido como Cadete na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte escolheu a Arma de Aviação sendo transferido para Escola de Aviação Militar (E.A.M.), no Campo dos Afonsos, onde completou os estudos de Oficial Aviador do Exército. Foi declarado Aspirante em 22 de novembro de 1930 e em janeiro de 1931 promovido a Segundo Tenente. Suas primeiras missões foram no Correio Aéreo Militar

Advindo a Revolução de 1932, Nero Moura participou do lado das forças legais executando voo de reconhecimento, bombardeio e ataque ao solo na região do Vale do Paraíba. Chegou a completar 100 horas de voo em missões reais.

Passada a Revolução foi convocado para ser instrutor de voo na E.A.M. Sua promoção a Primeiro-Tenente ocorreu em 1933 e, em 1934, deixou a Escola de Aviação para fazer o curso de aperfeiçoamento na França.

Logo ao regressar, participou do combate à Intentona Comunista de 1937, onde vários de seus colegas foram assassinados a sangue frio no Campo dos Afonsos. No dia 28 de novembro, realizou uma missão real de bombardeio ao Terceiro Regimento de Infantaria na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Após a promoção a Capitão em 1937, foi designado Subcomandante e Comandante substituto do Terceiro Regimento de Aviação em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Tinha ordens de, se necessário, combater um possível levante do governo estadual.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira em 1941, Nero Moura participou de sua organização já como Major-Aviador, tendo sido instrutor do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

Em 28 de dezembro de 1943, foi designado Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça com a missão de organizá-lo para combater na Segunda Guerra Mundial. Seu desempenho como comandante foi excepcional e, apesar de inúmeras dificuldades, conseguiu que o seu Grupo fosse um dos mais eficientes e destacados no teatro de operações do centro sul europeu.

Nero Moura cumpriu sessenta e duas missões de combate na Itália e várias outras de patrulha no Atlântico Sul. Pelos seus feitos na guerra recebeu as seguintes condecorações: Medalha da Campanha da Itália, Medalha da Campanha do Atlântico Sul, Cruz de Aviação fita “A” com três estrelas, Distiguished Fying Cross (E.U.A.), Air Medal With Two Stars (E.U.A.), Legion du Merit (França), Croix de Guerre Avec Palm (França), Order of the British Empire (Inglaterra).

Em setembro de 1945, como Tenente Coronel, foi designado Comandante do Primeiro Regimento de Aviação em Santa Cruz. Esta função, à época, era mais abrangente do que um comando de Base Aérea.

Seus feitos em combate, durante toda a sua carreira de Oficial, permitiram computar legalmente o tempo de serviço necessário à passagem para a reserva, com todos os direitos assegurados e uma experiência de mais de cinco mil horas de voo. Nero Moura, com trinta e cinco anos de vida, dedicou-se então à Aviação Civil, tendo sido fundador e organizador da Aerovias Brasil e do Loyde Aéreo.

Getulio Vargas ao ser eleito para Presidente da República, o convidou para ser Ministro da Aeronáutica em 1951.

Nero Moura com sua personalidade congregadora e perfil profissional invejável, conseguiu fazer uma administração excelente, apesar do fato inusitado de ser o Oficial-General mais moderno e mais jovem da Força Aérea.

Neste período, a Aviação de Caça recebeu os aviões Gloster Meteor, tornando a uma das mais bem equipadas e profissionais forças aéreas da época. Em agosto de 1954, pediu demissão do Ministério da Aeronáutica e voltou a dedicar se às atividades civis.

Nero Moura sempre manteve estreita ligação de amizade com todos os seus subordinados da Campanha da Itália, sem qualquer distinção. Após a Revolução de 1964, em solidariedade a alguns desses subordinados que foram proibidos de entrar em unidades militares, Nero Moura não compareceu mais a nenhuma festividade cívico-militar até o ano de 1979.

Sua reprovação silenciosa teve grande influência na revogação deste ato. No dia 22 de abril de 1979, o então Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica foi a sua casa e pessoalmente o convidou e o conduziu à Base Aérea de Santa Cruz onde, junto com todos os seus companheiros, foi reverenciado e assistiu às solenidades do Dia da Caça.

As tradicionais e concorridas reuniões mensais em sua residência no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, continuaram acontecendo até o fim de sua vida.

Nero Moura faleceu aos 84 anos, no dia 17 de dezembro de 1994, e permanece, em espirito, junto a todos os caçadores brasileiros.

by Righetto

setembro 2nd, 2010

Casamento Homosexual a bordo.

Um, Dois, Três.

Companhia aérea planeja primeiro casamento gay em um avião

A companhia aérea escandinava SAS está planejando o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo a bordo de um avião. A empresa, co-propriedade dos governos da Suécia, Dinamarca e Noruega, informou que espera realizar a boda no voo de um Airbus A340 entre Estocolmo e Nova York, em 6 de dezembro.
Para escolher o casal, a SAS iniciou uma campanha em páginas de relacionamento social na Internet, intitulada “O amor está no ar” (http://www.flysas.com/love), orientando os interessados a criar um perfil e fazer campanha em busca de votos.
“Companhias aéreas, entre as quais a SAS, organizam há décadas casamentos durante seus voos, mas nós gostaríamos de ser a primeira do mundo a realizar um matrimônio entre pessoas do mesmo sexo”, disse o chefe de assuntos comerciais da SAS, Robin Kamark, em um comunicado.
“A SAS é a companhia aérea nacional dos três países mais liberais e progressistas do mundo, especialmente no que se refere a direitos de lésbicas, gays e transexuais, por isso achamos que essa é uma celebração natural do amor”, acrescenta a nota.
O casal vencedor ganhará passagens em classe executiva nos voos da SAS para Nova York, alojamento por três noites na cidade, voos para Los Angeles e três noites de estadia em West Hollywood.
A SAS informou que também está promovendo uma versão desse concurso nos Estados Unidos, para o qual o vencedor ganhará um pacote de casamento e lua de mel na Suécia.

http://m.terra.com.br/pms/core/inicio/cl/p/terrabr/?s=1325&id_original=4656160

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setembro 2nd, 2010

Morreu segunda vítima do B737 no Caribe

Morre menina ferida em acidente com avião que se partiu
A menina que ficou ferida no acidente de avião que se partiu após uma tentativa de manobra de aterrissagem na ilha colombiana de San Andrés morreu na quarta-feira, depois de uma agonia que se prolongou por 16 dias, informou o hospital onde estava internada.
María Camila Angarita, 11 anos, se tornou a segunda morte do Boeing 737-700 da companhia aérea Aires, que transportava 131 pessoas e se acidentou em meados de agosto na ilha caribenha de San Andrés, deixando mais 114 feridos. Uma mulher morreu minutos depois do acidente quando era levada a um hospital.
O sub-diretor médico do Hospital Simón Bolívar em Bogotá, Carlos Hernández, disse que o morte da criança ocorreu em consequência de um traumatismo crânio-encefálico.
“O relato médico é que os signos vitais da criança, lamentavelmente, foram se deteriorando e ela não apresentou uma resposta neurológica positiva”, explicou Hernández.
O presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, que está em visita oficial ao Brasil, soube da morte da menina e falou por telefone com seus familiares para expressar suas condolências.
“O presidente Juan Manuel Santos lamentou, do Brasil, a triste notícia e comunicou-se por telefone com a mãe de María Camila, dona Noemí Angarita, a quem expressou suas mais sentidas condolências e enviou uma mensagem de força à toda família para enfrentar esse duro momento da vida”, disse a Presidência em comunicado.
Todas as pessoas que ficaram feridas no acidente aéreo se recuperaram satisfatoriamente e receberam alta dos hospitais e clínicas em que receberam atendimento médico.

http://m.terra.com.br/pms/core/inicio/cl/p/terrabr/?s=1325&id_original=4656530

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agosto 31st, 2010

Guarda compartilhada de porta-aviões

DefesaNet 30 agosto 2010
Reino Unido e França podem compartilhar porta-aviões
 

Reino Unido e França estão dispostos a compartilhar o uso de seus porta-aviões como parte de um acordo de cooperação destinado a manter o poder militar e reduzir custos, informa a edição desta terça-feira do jornal The Times.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, esperam divulgar o conteúdo desta proposta em uma cúpula que realizarão em novembro, segundo o jornal, que não especifica o local da reunião.

Através deste acordo, Londres e Paris trabalharão juntos para proteger os interesses dos dois países. No entanto, um porta-voz do Ministério britânico de Defesa disse nesta terça que a informação publicada pelo Times é apenas especulação.

O plano, que pode entrar em vigor assim que for feito o anúncio oficial, permitirá que pelo menos uma de três embarcações – uma francesa e duas britânicas – esteja o tempo todo nas tarefas de vigilância.

Ainda de acordo com o jornal, atualmente há períodos em que os dois porta-aviões britânicos, o “HMS Ark Royal” e o “HMS Illustrious”, estão atracados. Este acordo é divulgado em um momento em que as forças armadas do Reino Unido enfrentam um período de cortes de despesas.

O ministro da Defesa do Reino Unido, Liam Fox, deve se reunir nesta sexta em Paris com seu colega francês, Hervé Morin. Segundo o artigo do The Times, há conversas para considerar um protocolo que faz referência a casos em que os interesses britânicos – como as ilhas Malvinas, pela reivindicação de soberania da Argentina – possam ser ameaçados caso os franceses estejam a cargo das tarefas de vigilância no mar.

by Righetto

agosto 31st, 2010

JAL demite para crescer.

Retomada da Japan Airlines fecha voos e demite 16 mil

Após pedir concordata em janeiro, a Japan Airlines começa a se reformular para seguir na ativa. No entanto, tal reforma acontecerá de forma intensa: para seguir com sua frota voando, a JAL anunciou nesta terça-feira que irá cortar cerca de 1/3 de sua mão de obra, aproximadamente 16 mil empregos, além de encerrar voos não lucrativos domésticos e internacionais. Outra medida a ser tomada pela companhia aérea será o de reduzir seu número de aeronaves para 103 jatos. “Implementando completamente estas ações, o grupo JAL mirará voltar a ser lucrativo já no primeiro ano fiscal, e então nos reabilitar rapidamente”, afirmou a empresa por meio de um comunicado. Em números exatos, os funcionários da empresa passarão de 48.714 para 32.600, segundo a companhia, resultando em um total de 16.114 demissões. Com mais de US$ 25 bilhões em débito – causa de seu pedido de falência – a Japan Airlines foi afetada pela crise financeira, além de perder mercado para a rival All Nippon Airways. Com informações da BBC

http://m.terra.com.br/pms/core/inicio/cl/p/terrabr/?s=1325&id_original=4651802

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agosto 31st, 2010

Santander Linhas Aéreas Azuis.

Santander repassa 6 jatos à Azul em transação de US$ 250 mi

O Santander e a Azul Linhas Aéreas anunciaram nesta segunda-feira uma transação em parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento e Social para a aquisição de seis aeronaves 195 da Embraer. A negociação – avaliada em US$ 250 milhões – consiste na compra dos jatos por parte do banco, e posterior aluguel de tais aviões para a companhia aérea. Conforme comunicado oficial divulgado nesta segunda-feira, a negociação tem o aval do BNDES, que financiará 100% das aeronaves com custo competitivo, expandindo as operações da Azul no País. “O prazo alongado para o pagamento ao Santander e o fato de poder financiar 100% deixam o caixa da empresa mais livre para investir na expansão da frota, um dos seus objetivos no momento”, afirmou John Rodgerson, vice-presidente financeiro da Azul Linhas Aéreas. O pagamento do aluguel das aeronaves será feito pela Azul de forma semestral ao Santander, por 12 anos – prazo de amortização estipulado pelo BNDES, que financiará 80% da transação de US$ 250 milhões. Ao final desse período, o banco privado terá a opção de vender as aeronaves ou negociar com a Azul para continuar a alugá-las.

http://m.terra.com.br/pms/core/inicio/cl/p/terrabr/?s=1325&id_original=4649941

by Righetto

agosto 31st, 2010

Rir ainda é o melhor remédio

Só tirando onda mesmo!

Aviões e helicópteros de São Paulo terão buzina

por Seu Agenor, da Agência Barrelas (http://www.diariodebarrelas.com.br/2010/05/19/avioes-e-helicopteros-de-sao-paulo-terao-buzina/)

A medida visa reduzir acidentes e melhorar a educação no trânsito aéreo.
O que parecia inevitável finalmente aconteceu. Com o constante aumento do tráfego aéreo na cidade de São Paulo, a ANAC tomou a polêmica decisão de pedir aos fabricantes de aeronaves que instalem buzinas em seus aviões e helicópteros.

“Infelizmente essa era uma medida que vinha sendo adiada, mas que nós decidimos implementar antes que uma tragédia acontecesse”, diz Antônio Carlos Galeão. “São Paulo, hoje, possui uma frota de helicópteros que supera qualquer cidade do mundo”, analisa. “Ao todo, somando aeronaves de pequeno, médio e grande porte, temos cerca de 5 mil veículos sobrevoando o céu da capital paulista diariamente. É como se todos os torcedores da Portuguesa tivessem seu próprio avião ou helicóptero.”

A decisão, como era de se esperar, tem causado polêmica. Para os moradores do bairro de Congonhas esse será apenas mais um transtorno. “Você imagine, qual será o volume de uma buzina para avião”, diz Maria Creuza Cochlear. “O som das turbinas já é ensurdecedor, então para que a buzina surta efeito, ela deverá ser maior do que o som das turbinas. Se um avião buzinar toda vez que for decolar ou aterrissar, ninguém nunca mais conseguirá dormir aqui em Congonhas”, lamenta ela.

Para a Associação de Pilotos e Comandantes do Estado de São Paulo (Apicoesp) a medida é vista com bons olhos. “Eu já perdi a conta de quantas vezes tomei fechadas de helicópteros ao chegar em São Paulo”, diz Ayrton Piquet, comandante de um Airbus A330. “Eu diria que os helicópteros viraram os motoboys dos céus aqui na cidade. A diferença é que se eles baterem no meu retrovisor as conseqüências podem ser fatais”, diz ele.

A ANAC já afirmou que não voltará atrás em sua decisão, mas que pretende regulamentar a forma como a fiscalização será feita, assim como deverá estabelecer todas as regras para as buzinadas aéreas. “Será proibido buzinar ao sobrevoar hospitais e cemitérios”, diz Galeão. “Também deveremos lançar uma cartilha com os códigos de buzinadas. Uma buzinada curta significa que você irá passar pela direita. Uma buzinada longa significa que você irá passar por cima, e assim por diante”, avisa ele. “Tenho certeza que o mundo deverá seguir esse exemplo dado pelo Brasil e por São Paulo. Quem sabe se isso já existisse em 2006, a tragédia do vôo Gol 1907, que se chocou com outro avião quando sobrevoava o Amazonas, talvez não tivesse acontecido.”

by Righetto

agosto 30th, 2010

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